
Em ato de campanha da candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que Marta Suplicy foi vítima de preconceito. Lula se referia a repercussão causada por comerciais da campanha de Marta com questionamentos sobre a vida pessoal de ser adversário, Gilberto Kassab (DEM).
"Eu estava fora (em viagem ao Exterior) quando vi outro preconceito contra essa mulher, tentando passar a idéia de que essa mulher tem preconceito contra o homossexualismo.
Exatamente essa mulher, que quando todos nós tínhamos preconceito, ela já estava no ‘TV Mulher’, defendendo as minorias desse país”, disse o presidente, no evento realizado neste sábado (18), na Casa de Portugal, na Liberdade, bairro da região central de São Paulo. Segundo Lula, Marta, uma “guerreira”, foi transformada em “acusadora”. “Eles
conseguiram transformar uma guerreira defensora de todas as minorias desse país em acusadora dessas mesmas minorias. E muitas vezes nós assimilamos a bordoada que eles nos dão e não revidamos. Quem é que participa das passeatas na Avenida Paulista, que é que endeusada na Avenida Paulista? Quem é que já foi vítima de preconceito porque defendia a minoria? Exatamente a Marta Suplicy", concluiu.
Lula disse que também já foi vítima de preconceito. “Ah, meu Deus do céu, se a imprensa me defendesse cada vez que fazem uma pergunta difamatória para mim. Se me defendesse cada vez que alguém pergunta: 'sabe falar inglês?', então não pode governar o Brasil.”
Confronto entre policiais
Lula também criticou o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), por ter atribuído ao PT participação no protesto de policiais civis que resultou em confronto com policias militares na tarde de quinta-feira, no Palácio dos Bandeirantes. Para Lula, a acusação foi uma “heresia”.
"Serra não tinha o direito de acusar o PT nesse caso da Polícia Civil com a Polícia Militar. Eu espero que em algum momento o governador de São Paulo peça desculpas por essa heresia", disse o presidente.
"Eu já comi o pão que o diabo amassou em 2005 e vocês nunca me viram acusar quem quer que seja. Ele sabe que o PT tem responsabilidade, que as centrais sindicais têm responsabilidade. O que não se pode pedir é para que os dirigentes sindicais deixem de fazer pauta de reivindicação para entregar para nós que somos governantes. Quem não quer ser cobrado pelo povo que não seja governo", concluiu.
Pesquisa
Lula também comentou a pesquisa Data Folha divulgada no sábado (18), em que Marta aparece com 16 pontos atrás de Kassab. Para ele, há “tempo suficiente” para vencer a eleição. “Precisamos é saber que essa pesquisa publicada agora, feita na quinta ou na sexta-feira, ela nos dá o tempo suficiente para ocupar cada canto dessa cidade e convencer os companheiros e companheiras a votar na companheira Marta”, disse.
Como estratégia de campanha, o presidente afirmou que não é preciso “falar mal do outro” candidato, e sim falar bem dela. “A gente só fala mal do outro quando não tem algo melhor para apresentar. Mas quando a gente tem um produto político melhor que o adversário, o que nós precisamos é apresentar corretamente”, concluiu. "É importante lembrar que no segundo turno, cada voto que a gente ganhar é um voto que a gente tira deles. O que é dez vira cinco, o que é vinte vira dez, o que é 17 vira 8,5."
No entanto, Lula reconheceu que a virada não será fácil e disse que "daqui para frente, não tem mole”.
"Eu estava fora (em viagem ao Exterior) quando vi outro preconceito contra essa mulher, tentando passar a idéia de que essa mulher tem preconceito contra o homossexualismo.
Exatamente essa mulher, que quando todos nós tínhamos preconceito, ela já estava no ‘TV Mulher’, defendendo as minorias desse país”, disse o presidente, no evento realizado neste sábado (18), na Casa de Portugal, na Liberdade, bairro da região central de São Paulo. Segundo Lula, Marta, uma “guerreira”, foi transformada em “acusadora”. “Eles
conseguiram transformar uma guerreira defensora de todas as minorias desse país em acusadora dessas mesmas minorias. E muitas vezes nós assimilamos a bordoada que eles nos dão e não revidamos. Quem é que participa das passeatas na Avenida Paulista, que é que endeusada na Avenida Paulista? Quem é que já foi vítima de preconceito porque defendia a minoria? Exatamente a Marta Suplicy", concluiu.
Lula disse que também já foi vítima de preconceito. “Ah, meu Deus do céu, se a imprensa me defendesse cada vez que fazem uma pergunta difamatória para mim. Se me defendesse cada vez que alguém pergunta: 'sabe falar inglês?', então não pode governar o Brasil.”
Confronto entre policiais
Lula também criticou o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), por ter atribuído ao PT participação no protesto de policiais civis que resultou em confronto com policias militares na tarde de quinta-feira, no Palácio dos Bandeirantes. Para Lula, a acusação foi uma “heresia”.
"Serra não tinha o direito de acusar o PT nesse caso da Polícia Civil com a Polícia Militar. Eu espero que em algum momento o governador de São Paulo peça desculpas por essa heresia", disse o presidente.
"Eu já comi o pão que o diabo amassou em 2005 e vocês nunca me viram acusar quem quer que seja. Ele sabe que o PT tem responsabilidade, que as centrais sindicais têm responsabilidade. O que não se pode pedir é para que os dirigentes sindicais deixem de fazer pauta de reivindicação para entregar para nós que somos governantes. Quem não quer ser cobrado pelo povo que não seja governo", concluiu.
Pesquisa
Lula também comentou a pesquisa Data Folha divulgada no sábado (18), em que Marta aparece com 16 pontos atrás de Kassab. Para ele, há “tempo suficiente” para vencer a eleição. “Precisamos é saber que essa pesquisa publicada agora, feita na quinta ou na sexta-feira, ela nos dá o tempo suficiente para ocupar cada canto dessa cidade e convencer os companheiros e companheiras a votar na companheira Marta”, disse.
Como estratégia de campanha, o presidente afirmou que não é preciso “falar mal do outro” candidato, e sim falar bem dela. “A gente só fala mal do outro quando não tem algo melhor para apresentar. Mas quando a gente tem um produto político melhor que o adversário, o que nós precisamos é apresentar corretamente”, concluiu. "É importante lembrar que no segundo turno, cada voto que a gente ganhar é um voto que a gente tira deles. O que é dez vira cinco, o que é vinte vira dez, o que é 17 vira 8,5."
No entanto, Lula reconheceu que a virada não será fácil e disse que "daqui para frente, não tem mole”.
Fonte e Foto: G1
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